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Sites02 de setembro de 2026· 2 min de leitura

Quanto um site antigo está custando para a sua empresa

Sinais de que o site já trabalha contra o negócio e a conta do que se perde por mês enquanto ele continua no ar.

Existe uma diferença entre um site velho e um site que está prejudicando o negócio. O primeiro é feio. O segundo custa dinheiro todo mês, e ninguém percebe porque o prejuízo não aparece em nenhuma nota.

Os sinais

Não abre bem no celular. Sete em cada dez visitas chegam pelo celular. Se precisa dar zoom para ler, a pessoa sai em segundos.

Demora mais de três segundos para carregar. Cada segundo a mais derruba uma parte das visitas — e o Google usa a velocidade para decidir quem aparece primeiro.

Não tem um jeito direto de entrar em contato. Um e-mail escrito no rodapé não é forma de contato. Botão de WhatsApp e formulário que funciona, sim.

Fala de coisas que a empresa já não faz. Serviço descontinuado, endereço antigo, telefone que já não é o da empresa. Acontece mais do que se imagina.

Não mede nada. Sem medição instalada, não tem como saber quantas pessoas entraram, de onde vieram e quantas desistiram. Investir em anúncio assim é queimar dinheiro no escuro.

A conta que ninguém faz

Imagine trinta visitas por semana no site. Um site atual transforma uma parte razoável dessas visitas em contato; um site quebrado no celular não transforma quase nenhuma. A diferença, no fim do mês, são vários contatos que simplesmente não aconteceram — todo mês, durante anos.

Some ainda dois custos silenciosos: a posição perdida no Google para concorrentes com sites mais rápidos e a credibilidade. Um site de 2012 diz ao visitante que talvez a empresa nem exista mais.

Reformar ou fazer um novo?

Se a estrutura ainda serve e o problema é só visual, uma reforma pode resolver. Mas quando o site foi feito em outra década, com tecnologia que já não tem suporte, reformar custa quase o mesmo que fazer de novo e o resultado dura menos. Na prática, quase sempre compensa fazer um novo.

O que muda com um site novo

Abre bem em qualquer tela, carrega rápido, diz em dez segundos o que a empresa faz, tem contato direto a um toque e vem preparado para receber anúncio — com medição desde o primeiro dia.

Foi exatamente o caso da RCS Refratários, uma indústria de Itu, em São Paulo, que era representada por um site de 2012. Site novo, escrito e desenhado do zero, entregue em dias — o antes e depois está na página de criação de sites.

Se o seu site é dessa geração, o teste é simples: abra no celular agora e tente pedir um orçamento. Se não conseguir em dois toques, o site está custando dinheiro para a sua empresa.

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