O que um site de 2012 está a custar à sua empresa
Sinais de que o site já trabalha contra o negócio e a conta do que se perde por mês enquanto ele continua no ar.
Há uma diferença entre um site velho e um site que está a fazer mal ao negócio. O primeiro é feio. O segundo custa dinheiro todos os meses, e ninguém dá por isso porque o prejuízo não aparece em nenhuma fatura.
Os sinais
Não abre bem no telemóvel. Sete em cada dez visitas chegam do telemóvel. Se é preciso fazer zoom para ler, a pessoa sai em segundos.
Demora mais de três segundos a carregar. Cada segundo a mais come uma fatia das visitas — e o Google usa a velocidade para decidir posições.
Não tem forma direta de contacto. Um endereço de email escrito por extenso no rodapé não é forma de contacto. Botão de WhatsApp e formulário que funciona, sim.
Fala de coisas que já não faz. Serviços descontinuados, morada antiga, telefone que já não é o da empresa. Isto acontece mais do que se imagina.
Não tem medição nenhuma. Sem medição instalada, não há forma de saber quantas pessoas entraram, de onde vieram e quantas desistiram. Investir em anúncios nestas condições é queimar dinheiro às cegas.
A conta que ninguém faz
Imagine trinta visitas por semana no site. Um site atual converte uma parte razoável dessas visitas em contacto; um site partido no telemóvel converte quase nada. A diferença, ao fim de um mês, são vários contactos que simplesmente não aconteceram — todos os meses, durante anos.
Some ainda dois custos silenciosos: a posição perdida no Google para concorrentes com sites mais rápidos, e a credibilidade. Um site de 2012 diz ao visitante que a empresa talvez já não esteja lá.
Refazer ou remendar?
Se a estrutura ainda serve e o problema é visual, remendar pode chegar. Mas quando o site foi feito noutra década, com tecnologia que já não tem suporte, remendar custa quase o mesmo que refazer e o resultado dura menos. Na prática, quase sempre compensa refazer.
O que muda com um site novo
Abre bem em qualquer ecrã, carrega depressa, diz em dez segundos o que a empresa faz, tem contacto direto a um toque e vem preparado para receber anúncios — com medição instalada desde o primeiro dia.
Foi exatamente esse o caso da RCS Refratários, uma empresa técnica de Itu, em São Paulo, que estava representada por uma página de 2012. Site novo escrito e desenhado de raiz, entregue em dias.
Se o seu site é dessa geração, o teste é simples: abra-o no telemóvel agora e tente pedir orçamento. Se não conseguir em dois toques, o site está a custar-lhe dinheiro.
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